sábado, 14 de abril de 2012

Objeto usado por Baronesa de Serra Branca foi levado de Casa Tombada pela Fundação José Augusto em São Rafael



Aruás

Baronesa de Serra Branca


 O Aruás(Cadeirinha usada para transportar as senhoras de engenho na época colonial) que pertenceu a Baronesa Sra. Belizária Wanderley de Carvalho e Silva,que viveu em São Rafael/RN, no Sítio Serra Branca por volta do ano 1881.foi levado por dois cidadãos que pediram para visitar aquele local. Nanael Simão e pelo cidadão Alyson, residente em Timbaúba dos Batistas, historiador.O fato aconteceu na sexta feira santa,mas só na data de ontem(13/04) foi comunicado à polícia pela Secretária de Turismo de São Rafael/RN. 



Armação do Aruás
Os policiais militares,sob o comando do Cabo Agenor, saíram em diligências e conseguiram localizar o objeto na cidade de Jucurutu/RN.Em conversa telefônica os historiadores relataram que teriam levado emprestado .Só que,teria sido mais fácil se tivessem pedido autorização à Secretaria de Turismo desta cidade,pois existe outra configuração em se pegar emprestado sem pedir.O objeto foi recuperado pela polícia e devolvido ao seu local de origem.Representantes da Secretaria de Turismo não quiseram representar contra a dupla.

COM ACRÉSCIMOS DE INFORMAÇÕES.

EM CONTATO COM O CABO AGENOR OS CIDADÃOS CITADOS ALYSON SILVA E NANAEL SIMÃO SOBRE O ARUÁS DA BARONESA DE SERRA BRANCA DERAM SUA VERSÃO SOBRE OS FATOS:

Os Senhores Alyson Silva e Nanael Simão procuraram o Cabo Agenor  neste destacamento policial e relataram que  pediram emprestado a peça a um morador da Fazenda Serra Branca.A peça , que é vestígio de uma antiga cadeirinha que pertenceu a Baronesa;foi emprestada pelo Senhor que é responsável por cuidar do local.Em face das informações e do alarde que se deu tal empréstimos a peça foi devolvida ao local,mas em que nenhum momento tiveram interesse de levar sem conhecimento a tal peça.Informaram ainda que o intuito era de desenhar e fazer uma réplica  pois não é aceitável uma peça que tem tanta história findar daquela maneira, abandonada e sem os devidos cuidados de zelo.Mas que já a entregaram e a mesma encontra-se desde ontem em sua sede na Fazenda Serra Branca,zona rural de São Rafael/RN.

Outrossim informamos que os pesquisadores nas pessoas de Alysson Silva e Nanael Simão, são pessoas  conhecidas,todos com empregos e residências fixas, e que em contato com outros populares o Cabo Agenor foi informado que o veradeiro intuito era fazer uma réplica da mesma.ressaltamos também que em razão de um equívoco de um morador do local o nome de Francisco de Assis de Lima,diretor de escola,que havia sido citado na matéria nada tem haver com o acontecido.por isso já corrigimos a matéria,pedimos encarecidamente desculpas ao Professor/Diretor. mas que as informações repassadas inclusive com nomes, foi dada pela própria comunidade.

Lembramos que o blog da Pm de São Rafael  trabalha em consonância com a verdade e que todos os nomes supra citados na matéria foram citados pelos que ali se encontravam.



Objeto sendo devolvido ao local de origem




Residência da Baronesa/Barão de Serra Branca Município de São Rafael



12 comentários:

  1. BARAO DE SERRA BRANCA NÃO PERTENCE A SANTANA DO MATOS?

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    1. O Distrito de Barão de Serra Branca realmente pertence ao Município de Santana do Matos. A Fazenda Serra Branca também pertencia a Santana do Matos, mas hpje está sob o domínio das terras de São Rafael.

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  2. ENTÃO SERRA BRANCA NÃO PERTENCE A BARÃO DE SERRA BRANCA Q É DISTRITO DE SANTANA DO MATOS? BEM QUERO SABER A QUEM PERTENCE?

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    1. Realmente a Fazenda Serra Branca pertencia ao Município de Santana do Matos, mas hoje pertence ao Município de São Rafael, a cujo gestor cabe ir atrás de recursos e de órgaõs ligados ao Patrimônio Histórico e Artístico para recuperá-la e trazer de volta a população Norte-Riograndense todo o esplendor de uma época que não volta mais.

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  3. Sabemos que o professor francisco de assis de lima nunca se quer esteve nesta comunidade. Cabe a polícia de São Rafael emitir uma nota urgente corrigindo este erro gravíssimo de troca de nomes e divulgando os nomes dos verdadeiros culpados que JUCURUTU e região já sabe quem são os autores de tal crime.

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  4. O professor Assis secretário de educação por duas vezes e de politicas públicas jamais seria capaz de se envolver com coisas tão pequenas

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  5. NOSSA o professor jamais seria capaz de praticar tal covardia com a cadeirinha da baronesa.

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  6. Bom na realidade nos sabemos que serra branca e pertencente a SÃO RAFAEL RN.

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  7. é.. mas já esse caro Nanael Simão já gosta de se envolver com objetos antigos, inclusive gosta de se acompanhar com o senhor Padre Jocimar Dantas em busca desses objetos "esquecidos" hummm...

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  8. Antes essas pessoas tivessem realmente ficado com a peça, pois se eles foram até lá para pegá-la tinham o intuito de preservá-la o que não acontece com todo o conjunto arquitetônico outrora pertencente aos Barões de Serra Branca. Segundo informações que eu obtive recentemente, a peça em questão foi simplesmente transformada em lenha para ser colocada ao fogo, não sei se isso procede, cabe aos órgãos competentes qual realmente foi o fim desse peça histórica.

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  9. Sou de Santana do Matos, realmente a fazenda pertencia a esse Município, mas depois passou a pertencer ao Município de São Rafael. A verdade que é um casarão lindíssimo que deveria ser restaurado e posto ali peças de época retratando o período em que viveram os Barões de Serra Branca. O grande galpão que data de 1881 na parte acima da porta central, já ruiu, está no chão e carece urgentemente de uma rstauração antes que tudo se acabe.

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  10. Lá na Fazenda Serra Branca há construções que contêem "eira e beira" no seu telhado, que creio eu ser anterior ao século XIX, talvez século XVIII, essa contrução está vizinha ao casarão, na parte interna do jardim. Fico triste toda vez que vou lá. pois a cada ida, percebo que mais um pedacinho foi ao chão. Será que nossos governantes querem realmente ver tudo aquilo desaparecido da nossa história?? Será?? Será?? Isso jamais aconteceria em um país de primeiro mundo, onde eles preservam com afinco tudo que é histórico.

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